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Ilheense pede ajuda para alimentar cães e gatos abandonados acolhidos em sua casa
21/09/2022 11:26 em Social

Vivendo com 32 gatos e sete cachorros abandonados, acolhidos em sua própria casa, a ilheense Ana Lúcia da Silva, 50 anos, moradora do distrito do Couto, na zona sul do município, pede ajuda para que possa alimentar os bichos aos quais ela há cerca de cinco anos dedica sua vida para cuidar.

 

Ana afirma que está atualmente sem renda para seguir em sua missão, e a única ajuda que recebe é de uma professora, que contribui com o valor mensal de R$ 100. Porém, lamenta, só o saco de ração custa R$ 264.

 

Ela explica que sofre com problemas de saúde, o que a impede de trabalhar normalmente, e que dedicava seu tempo para cuidar da mãe, que faleceu há um mês. Ana ressalta que a sua mãe, cadeirante há 12 anos, era contemplada com o  Benefício de Prestação Continuada (BPC), e que esse dinheiro, somado aos valores que ela recebia do Auxílio Brasil, ajudavam para comprar ração todo mês e alimentar os animais. Ela ressalta que o então estado de saúde de sua mãe não a impedia de cuidar dos bichos, e que é uma tradição de anos da sua família.

 

Ana afirma que com o falecimento da sua querida mãe, e o consquente término do BPC, e como está sem receber o Auxílio desde março, se viu sem renda para arcar com as despesas da alimentação dos gatos e cachorros. Ante o seu estado pessoal de saúde, ela ressalta que tem uma perícia agendada no INSS somente para fevereiro do ano que vem, onde luta arduamente para conseguir se aposentar.

 

 

 

Perante todas as dificuldades, e diante um dilema que envolve, devolver os animais às ruas ou pedir ajuda, ela optou em solicitar auxílio e seguir com sua missão de amor aos animais. Quem puder ajudar com qualquer quantia, basta entrar em contato com ela através do telefone (73) 9 8209-6909, ou contribuir através do PIX 69691207591 (CPF). 

 

Além dos 32 gatos, com todas as fêmeas devidamente castradas, e os sete cachorros, Ana destaca ainda que acolheu recentemente outras cinco gatas, todas gestantes, e que nasceram cinco novos gatinhos. Ela explica que as castrações dos animais ela consegue gratuitamente. 

 

Otimista de que vai conseguir ajuda para seguir com sua missão, ela finaliza: “financeiramente eu não tenho condições, o que tenho é o amor pelos animais”.

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